Avenida Rede Social ou a nova “corrida do ouro” digital

O marketing promocional nas redes sociais parece estar hoje se tornando mais uma avenida do varejo. O paradoxo é típico da globalização e da mentalidade tradicionalista de muitos players. Essa correria ensandecida por “followers”, “likes” e etc está tornando as redes sociais cenário de corrida do ouro digital. Segundo Kotler em Marketing 3.0, a mentalidade industrial na época da publicação do livro “A Riqueza das Nações” de Adam Smith preconizava que os métodos de produção em série poderiam transformar a sociedade e que uma “mão invisível” levaria a empresa ao sucesso. Essa mentalidade orientada pela produção que ficou marcado pela visão de planejamento dos 4P de Jerome McCarthy é hoje precisamente defendida como a era do MKT 1.0. Com o aumento da concorrência e com a percepção que o consumidor não é somente parte de uma massa, as marcas passaram a se preocupar com o relacionamento e com isso Al Ries e Jack Trout defenderam a era do estudo do comportamento do consumidor, a visão de segmentação de mercado culminando nas estratégias e no posicionamento competitivo. Um marketing voltado para o cliente que tem mente e coração. Um cliente 2.0. Finalmente, vivemos hoje a era do marketing participativo, com o advento das novas tecnologias, fontes de código aberto, redes sociais, plataformas colaborativas e uma série de eventos que estão mudando definitivamente os procedimentos empresariais, que agora passam a ter uma ação horizontal diante da cadeia produtiva e mais especialmente ainda, diante do consumidor que descobriu sua VOZ. Nessa era de do marketing 3.0, da inteligência coletiva em franco crescimento, estamos nos deparando novamente com o paradoxo do pensamento industrial. Isso porque percebemos  a coexistência de empresas que estão atuando nas redes sociais com o mesmo raciocínio linear consumista tratando os consumidores como meros whuffies (conceito de “capital social” no ciberespaço), porém sem a inteligência de estabelecer um verdadeiro diálogo e respeito a comunicação participativa. Talvez seja até uma prática natural e válida as empresa quererem utilizar as métricas como um índice de êxito se elas refletem um sucesso natural das marcas. O que deve ser questionado é a autenticidade desse sucesso digital de empresas que trocam “likes” e “retweets” e “número de followers” por premiação. Será que esses consumidores realmente estão satisfeitos com suas marcas pelo relacionamento efetivo nas redes e pelo seu grau de participação na construção de produtos, adaptação de conceitos ou é tudo pura maquiagem estatística?

 

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